Um direito que, em muitos casos, já é seu e está apenas adormecido na sua linha familiar. O trabalho é reconstruir essa linha com rigor documental e conduzir o reconhecimento até o fim. É um projeto de médio prazo, e como projeto deve ser tratado.
Reconhecer uma cidadania por descendência é reconstruir, diante da lei, uma cadeia de transmissão: localizar o ascendente que originou o direito, comprovar cada vínculo civil, aplicar a regra vigente em cada nascimento, casamento ou eventual naturalização, e demonstrar que esse direito não se perdeu ao longo das gerações. Cada país tem sua própria lógica jurídica, seus marcos temporais e suas exceções. É exatamente nesses detalhes que um processo se sustenta, se fragiliza ou desmorona.
Tratamos a cidadania como um ativo familiar. Uma vez reconhecida, ela se transmite às próximas gerações e abre mobilidade dentro de todo o espaço europeu. Por isso a condução é técnica do primeiro documento ao último.
Direito de viver, estudar e trabalhar em qualquer país da União Europeia, sem necessidade de visto.
Reconhecida uma vez, a cidadania passa aos seus filhos e às próximas gerações.
Entrada facilitada em dezenas de países e mais liberdade para circular, viver e investir.
Na maioria dos casos, o reconhecimento convive com a sua cidadania de origem.
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